{"id":654,"date":"2020-07-16T13:13:04","date_gmt":"2020-07-16T17:13:04","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalismo.ufms.br\/projetil\/?page_id=654"},"modified":"2020-07-16T15:46:49","modified_gmt":"2020-07-16T19:46:49","slug":"metamorfose-do-cotidiano","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/metamorfose-do-cotidiano\/","title":{"rendered":"Metamorfose do cotidiano"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"has-text-align-center wp-block-heading\">Sociedade vive processo de transforma\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><span style=\"color:#e02828\" class=\"tadv-color\">Reportagem Fotogr\u00e1fica: Bianca Tobin, Karine Gon\u00e7alves Santos, Lidiane Antunes, Thauna Luares e Vin\u00edcius Reis<\/span><\/strong><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<h5><strong>Ref\u00fagio<\/strong><\/h5>\n<p>Toc toc, toc<br>\u2013 \u00c9 aqui que mora o isolamento social?<br>Quem imaginaria, no in\u00edcio do ano, que ter\u00edamos de nos esconder em casa para fugir de um intruso? Um estranho, invis\u00edvel a olho nu, que mudou nosso jeito de viver e enxergar o mundo. Junto dele vieram diversos sentimentos. Medo, desconforto, confus\u00e3o, solid\u00e3o, d\u00favida, mas tamb\u00e9m adapta\u00e7\u00e3o, solidariedade, amor e bravura.<\/p>\n\n\n\n\n\n<h5>(Re)aprendizagem<\/h5>\n<p>Quando tivemos de entrar em quarentena, diversas d\u00favidas assolaram nossa mente. Como seria essa nova rotina, longe de pessoas que amamos e sem poder fazer coisas com as quais est\u00e1vamos acostumados? Mas logo percebemos que estar em isolamento social n\u00e3o significa se afastar de tudo nem de todos, muito menos do afeto daqueles que queremos por perto. Pelo contr\u00e1rio, o contato, mesmo que media-<br>do tecnologicamente, \u00e9 necess\u00e1rio para desviar de todos os sentimentos ruins que por vezes teimam em nos invadir.<br>Foi preciso cultivar novos h\u00e1bitos de viver. Ao aprender coisas novas, surgem as d\u00favidas, que n\u00e3o s\u00e3o poucas. E mesmo sendo dif\u00edcil mudar t\u00e3o repentinamente, estamos tentamos.<\/p>\n\n\n\n\n\n<h5>Sem parar<\/h5>\n<p>Mas, e quem n\u00e3o pode deixar de trabalhar? E quem \u00e9 incr\u00e9dulo sobre os riscos da doen\u00e7a? Basta olhar l\u00e1 fora para ver que a cidade fica parada, mas sem parar.<br \/>Isso por um lado nos mostra que somos completamente dependentes, de diversas pessoas em nosso dia-a-dia. S\u00e3o os trabalhadores dos chamados \u2018servi\u00e7os essenciais\u2019, que mant\u00e9m funcionando hospitais, supermercados, farm\u00e1cias, seguran\u00e7a, transportes, limpeza urbana, funer\u00e1rias e muitos outros. Eles n\u00e3o nos deixam esquecer que vivemos comunitariamente. Mas as ruas tamb\u00e9m est\u00e3o cheias de pessoas<br \/>que n\u00e3o deveriam estar l\u00e1.<br \/>\u2013 Ah, mas \u00e9 s\u00f3 um churrasco com a fam\u00edlia!<br \/>\u2013 \u00c9 s\u00f3 futebol entre amigos, n\u00e3o tem problema.<br \/>\u2013 L\u00e1 no shopping \u00e9 sossegado.<br \/>H\u00e1bitos que evidenciam o quanto alguns se importam mais consigo que com a coletividade. Mesmo com todas essas situa\u00e7\u00f5es, seguiremos em frente nesse novo caminho. Esperando que tudo volte \u00e0 normalidade. Mas&#8230; o que ser\u00e1 \u2018normal\u2019?<\/p>\n\n\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button\"><a class=\"wp-block-button__link\" href=\"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/ed-94\/\">voltar para edi\u00e7\u00e3o 94<\/a><\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sociedade vive processo de transforma\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o Reportagem Fotogr\u00e1fica: Bianca Tobin, Karine Gon\u00e7alves Santos, Lidiane Antunes, Thauna Luares e Vin\u00edcius Reis Ref\u00fagio Toc toc, toc\u2013 \u00c9 aqui que mora o isolamento social?Quem imaginaria, no in\u00edcio do ano, que ter\u00edamos de nos esconder em casa para fugir de um intruso? 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