{"id":3853,"date":"2023-12-19T14:04:13","date_gmt":"2023-12-19T18:04:13","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/?p=3853"},"modified":"2024-02-28T15:33:10","modified_gmt":"2024-02-28T19:33:10","slug":"termometros-em-alta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/termometros-em-alta\/","title":{"rendered":"Term\u00f4metros em alta"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"has-text-align-center has-primary-color has-text-color wp-block-heading\">Principal setor da economia do Mato Grosso do Sul, agroneg\u00f3cio \u00e9 impactado pelas ondas de calor e exige adapta\u00e7\u00f5es \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-accent-color has-text-color\"><strong>Texto: Gustavo Hehn | Jos\u00e9 Nivaldo | Dayranny Amorim | Grazielly Maragon<br>Edi\u00e7\u00e3o: Melissa Ramos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p>Nos \u00faltimos meses do ano, Mato Grosso do Sul atingiu temperaturas extremas que resultaram tanto na perda da qualidade de vida quanto em preju\u00edzos para diversos setores da economia. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), setembro foi o m\u00eas mais quente dos \u00faltimos 80 anos, afetando globalmente todas as formas de vida. O aquecimento foi agravado pela emiss\u00e3o de gases que geram o efeito estufa.<\/p>\n\n\n\n<p>O agroneg\u00f3cio, um dos principais setores da economia do estado, foi afetado diretamente em sua produ\u00e7\u00e3o e rentabilidade, com preju\u00edzos na produ\u00e7\u00e3o vegetal e animal que podem se estender \u00e0 qualidade dos produtos comercializados. Ou seja, o calor prejudica produtores e consumidores.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"767\" src=\"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2023\/12\/termometro-1024x767.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3886\" srcset=\"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2023\/12\/termometro-1024x767.jpg 1024w, https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2023\/12\/termometro-300x225.jpg 300w, https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2023\/12\/termometro-768x576.jpg 768w, https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2023\/12\/termometro-1200x899.jpg 1200w, https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2023\/12\/termometro-1250x937.jpg 1250w, https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2023\/12\/termometro-400x300.jpg 400w, https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2023\/12\/termometro.jpg 1361w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: Gustavo Henn<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O preju\u00edzo econ\u00f4mico no estado \u00e9 consider\u00e1vel, uma vez que o agroneg\u00f3cio responde por 95% das exporta\u00e7\u00f5es, segundo a Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Mato Grosso do Sul (Famasul). De acordo com a entidade, produtores perderam seus investimentos nas lavouras e precisar\u00e3o refazer o plantio.<\/p>\n\n\n\n<p>O agricultor de pequeno porte Roberto Ferreira, afirma que teve grande preju\u00edzo nesses \u00faltimos meses. \u201cO calor intenso e o morma\u00e7o fizeram com que algumas plantas morressem, algumas queimaram\u201d. O produtor relata que n\u00e3o estava preparado para as altas temperaturas, por isso a perda. \u201cFoi algo que nos surpreendeu. Perdemos bastante, ficamos sem conseguir plantar e vender alface, por exemplo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Roberto, que trabalha no ramo desde fevereiro, tomar\u00e1 medidas para evitar que a situa\u00e7\u00e3o se repita. O replantio da horta e a cria\u00e7\u00e3o de uma estufa para receber melhor o calor e a luz solar, s\u00e3o algumas das iniciativas. \u201cNa hidroponia, por exemplo, os tubos esquentam muito e a \u00e1gua que era para diminuir a temperatura j\u00e1 chega quente, ent\u00e3o fica dif\u00edcil. Vamos nos adequar, colocar uma sombrite para que a gente possa voltar a plantar e vender como antes\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A produ\u00e7\u00e3o animal<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Animais e plantas s\u00e3o v\u00edtimas das temperaturas extremas. O zootecnista Vinnicius Moroskoski explica que s\u00e3o muitos os desafios enfrentados pelos pecuaristas. \u201cTodos os animais v\u00e3o reagir de maneira ruim \u00e0 onda de calor. Ela vem prejudicando principalmente os su\u00ednos, que t\u00eam dificuldade para se manter na temperatura ideal devido \u00e0 falta de gl\u00e2ndulas sudor\u00edparas e n\u00e3o secretam suor como outros animais. Em produ\u00e7\u00f5es maiores, os animais s\u00e3o criados em ambientes totalmente climatizados\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O zootecnista afirma que a temperatura \u00e9 um dos principais fatores considerados na produ\u00e7\u00e3o animal. Ele recomenda cuidados espec\u00edficos, como fazer o manejo dos bovinos em hor\u00e1rios de temperatura mais baixa, manter um sombreamento no ambiente, possibilitar a passagem de vento e disponibilizar \u00e1gua fresca.<\/p>\n\n\n\n<p>Vinnicius tamb\u00e9m atenta para a preocupa\u00e7\u00e3o com a qualidade dos produtos de origem animal, que s\u00e3o afetados desde a produ\u00e7\u00e3o at\u00e9 a conserva\u00e7\u00e3o. Com o calor, os animais aumentam o n\u00edvel de estresse e passam a se alimentar menos, comprometendo a qualidade do produto e diminuindo a concentra\u00e7\u00e3o de prote\u00ednas. Ele alerta ainda para possibilidade do desenvolvimento de microrganismos nos alimentos, como alguns fungos e bact\u00e9rias que se reproduzem em ambientes acima de 39\u00b0C. Estes alimentos precisam ser conservados adequadamente. \u201cExistem prote\u00ednas que \u00e0s vezes sofrem desnatura\u00e7\u00e3o e perdem qualidade, alguns minerais fotossens\u00edveis, vitaminas que poderiam ser ben\u00e9ficas para o ser humano perdem sua disponibilidade, e podem sim comprometer a sa\u00fade nesses casos que envolvem os microrganismos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A popula\u00e7\u00e3o que consome os produtos de origem animal tamb\u00e9m pode ser prejudicada financeiramente, em raz\u00e3o do aumento dos custos de produ\u00e7\u00e3o e da escassez dos produtos. A preocupa\u00e7\u00e3o se estende at\u00e9 o primeiro semestre de 2024, cuja previs\u00e3o \u00e9 de temperaturas ainda mais altas por causa do fen\u00f4meno do El Ni\u00f1o. Como alertado pelo agricultor Roberto Ferreira, \u00e9 vital que os produtores se preparem para lidar com as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>V\u00edtima ou culpado?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O agroneg\u00f3cio pode ser a pr\u00f3pria origem do problema? O projeto MapBiomas, que envolve ONGs, universidades e empresas de tecnologia, constatou que a agropecu\u00e1ria foi respons\u00e1vel por 90% de toda a \u00e1rea desmatada do Brasil. O manejo de animais, uso de maquin\u00e1rio e transporte poluentes, e a utiliza\u00e7\u00e3o inadequada de fertilizantes s\u00e3o agravantes da emiss\u00e3o de gases do efeito estufa.<\/p>\n\n\n\n<p>Por\u00e9m, o setor possui papel fundamental para reverter a situa\u00e7\u00e3o. Ao promover mudan\u00e7as no modo de produ\u00e7\u00e3o, ele se torna respons\u00e1vel por combater o aquecimento global atrav\u00e9s de m\u00e9todos mais sustent\u00e1veis. Algumas pr\u00e1ticas j\u00e1 est\u00e3o sendo aplicadas como a utiliza\u00e7\u00e3o de energias renov\u00e1veis, manejo correto do solo e dos animais e o reflorestamento das \u00e1reas desmatadas. A gest\u00e3o de recursos naturais e as novas tecnologias auxiliam no desenvolvimento do agroneg\u00f3cio menos agressivo ao meio ambiente e mais ben\u00e9fico para todo o planeta.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"461\" src=\"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2023\/12\/20231030_113703-1024x461.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3881\" srcset=\"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2023\/12\/20231030_113703-1024x461.png 1024w, https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2023\/12\/20231030_113703-300x135.png 300w, https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2023\/12\/20231030_113703-768x346.png 768w, https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2023\/12\/20231030_113703-1536x691.png 1536w, https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2023\/12\/20231030_113703-2048x922.png 2048w, https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2023\/12\/20231030_113703-1200x540.png 1200w, https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2023\/12\/20231030_113703-1980x891.png 1980w, https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2023\/12\/20231030_113703-1250x563.png 1250w, https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2023\/12\/20231030_113703-400x180.png 400w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Morador de rua deitado debaixo de uma \u00e1rvore na tentativa de fugir do calor. Foto: Grazielly Marangon<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Pessoas em situa\u00e7\u00f5es de rua encaram uma nova dificuldade na capital: conseguir sobreviver \u00e0s ondas de calor<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ao andar pelas ruas de Campo Grande n\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil encontrar pessoas abrigadas debaixo de \u00e1rvores. Na Pra\u00e7a Ary Coelho est\u00e1 Jos\u00e9, de 43 anos, sentado \u00e0 beira da fonte central enquanto termina uma \u201cquentinha\u201d. A comida foi doada de um restaurante pr\u00f3ximo e ele almo\u00e7a sozinho, em sil\u00eancio.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o Observat\u00f3rio Brasileiro de Pol\u00edticas P\u00fablicas, que desenvolve pesquisas sobre popula\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de rua em todo pa\u00eds, em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Campo Grande, 500 pessoas viviam nesta condi\u00e7\u00e3o em 2021. Para essa popula\u00e7\u00e3o, cumprir simples recomenda\u00e7\u00f5es para enfrentar os dias de calor intenso, como consumir bastante l\u00edquido e se proteger do sol no hor\u00e1rio de pico (das 12 \u00e0s 15 horas), pode ser um desafio.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de ser um ambiente aberto e rodeado de \u00e1rvores, o dia est\u00e1 quente e abafado. A \u00fanica brisa fresca \u00e9 da Fonte Luminosa que, de tempo em tempo, espirra \u00e1gua para cima como se fosse um show. No hor\u00e1rio do almo\u00e7o, a pra\u00e7a est\u00e1 mais vazia que o normal, mas alguns trabalhadores com uniformes est\u00e3o sentados nas mesinhas ao redor da pra\u00e7a para aproveitar a sombra das \u00e1rvores. O calor \u00e9 intenso e Jos\u00e9 n\u00e3o toma nenhum l\u00edquido enquanto se alimenta. Quando questionado sobre a temperatura, reclama da dificuldade de conseguir \u00e1gua fresca e, quando consegue, precisa fracionar para tomar ao longo do dia. \u201c\u00c0s vezes, as pessoas d\u00e3o dinheiro e a gente compra. Outras vezes, os com\u00e9rcios aqui perto d\u00e3o a \u00e1gua\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A hist\u00f3ria de Jos\u00e9 n\u00e3o \u00e9 \u00fanica. Ao sair da pra\u00e7a, \u00e9 poss\u00edvel avistar outra pessoa deitada embaixo de uma \u00e1rvore, dormindo entre as ruas 14 de Julho e Afonso Pena, pr\u00f3ximo ao Rel\u00f3gio Central. A segunda maior dificuldade relatada por pessoas em situa\u00e7\u00e3o de rua \u00e9 encontrar ambientes com sombra, j\u00e1 que, na maioria das vezes, n\u00e3o \u00e9 permitido ficar embaixo dos toldos das lojas.<\/p>\n\n\n\n<p>A Fraternidade sem Fronteiras \u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o humanit\u00e1ria que faz trabalhos sociais em diversas cidades no Brasil. O projeto Fraternidade na Rua, desenvolvido pela organiza\u00e7\u00e3o, acolhe pessoas em situa\u00e7\u00e3o de rua. Segundo o coordenador do projeto, pastor Milton Marques, recebem lugar para ficar e oportunidade de trabalho dentro da pr\u00f3pria Fraternidade, vendendo produtos e cuja parte da renda fica para o pr\u00f3prio acolhido.<\/p>\n\n\n\n<p>Outros projetos, ONGs e centros p\u00fablicos tamb\u00e9m t\u00eam procurado medidas para auxiliar essas pessoas na Capital. O Centro de Refer\u00eancia Especializado para a Popula\u00e7\u00e3o em Situa\u00e7\u00e3o de Rua, Centro POP, atende oito horas por dia, de segunda \u00e0 sexta-feira, fornecendo refei\u00e7\u00f5es, espa\u00e7o para higiene pessoal, apoio para conseguir documentos pessoais, informa\u00e7\u00f5es sobre trabalho e sobre acesso a direitos b\u00e1sicos, e em parceria com a \u00c1guas Guariroba, concession\u00e1ria de saneamento b\u00e1sico da capital, tamb\u00e9m tem oferecido copos com \u00e1gua fresca nestes dias de calor.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button aligncenter\"><a class=\"wp-block-button__link has-background-color has-accent-background-color has-text-color has-background wp-element-button\" href=\"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/projetil-101\/\">voltar para a edi\u00e7\u00e3o 101<\/a><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Principal setor da economia do Mato Grosso do Sul, agroneg\u00f3cio \u00e9 impactado pelas ondas de calor e exige adapta\u00e7\u00f5es \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas Texto: Gustavo Hehn | Jos\u00e9 Nivaldo | Dayranny Amorim | Grazielly MaragonEdi\u00e7\u00e3o: Melissa Ramos Nos \u00faltimos meses do ano, Mato Grosso do Sul atingiu temperaturas extremas que resultaram tanto na perda da qualidade [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":35,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[33],"tags":[],"class_list":["post-3853","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-reportagem101"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3853","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/35"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3853"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3853\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4049,"href":"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3853\/revisions\/4049"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3853"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3853"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3853"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}