{"id":493,"date":"2020-07-09T14:47:20","date_gmt":"2020-07-09T18:47:20","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalismo.ufms.br\/projetil\/?p=493"},"modified":"2020-07-29T10:22:03","modified_gmt":"2020-07-29T14:22:03","slug":"do-real-ao-virtual","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/do-real-ao-virtual\/","title":{"rendered":"Do real ao virtual"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"has-text-align-center wp-block-heading\"><em>Resultado das tecnologias digitais, as comunidades de jogos online aumentaram as possibilidades de intera\u00e7\u00e3o entre usu\u00e1rios<\/em>.<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color has-text-align-center has-accent-color\"><strong>Texto: Alicia Miyashiro, Maria Luiza Barbosa e Nat\u00e1lia Pereira <\/strong><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p>F\u00e3s de jogos eletr\u00f4nicos de todas as idades passam horas em frente aos computadores, consoles e celulares. Em boa parte, esse movimento \u00e9 estimulado por uma infinidade de comunidades virtuais, que proporcionaram uma transforma\u00e7\u00e3o completa na experi\u00eancia de competi\u00e7\u00e3o entre amigos ao facilitar a intera\u00e7\u00e3o entre usu\u00e1rios do mundo todo. \u00c9 a reuni\u00e3o desses diversos grupos que deram origem ao que hoje \u00e9 conhecido como \u2018comunidade de jogos online\u2019, consolidada a partir dos primeiros anos do s\u00e9culo 21, quando a internet banda larga se dissemina no Brasil e torna poss\u00edvel a pr\u00e1tica de jogos online de modo massivo.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"533\" src=\"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2020\/07\/IMG_8090.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-630\" srcset=\"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2020\/07\/IMG_8090.jpg 800w, https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2020\/07\/IMG_8090-300x200.jpg 300w, https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2020\/07\/IMG_8090-768x512.jpg 768w, https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2020\/07\/IMG_8090-400x267.jpg 400w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption>Jovem jogando League of Legendes em uma Lan House<br>Foto: Vinicius dos Reis<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O que demarca uma diferen\u00e7a grande da d\u00e9cada de 1980, quando foram lan\u00e7ados os primeiros jogos comerciais. Naquela \u00e9poca, a conex\u00e3o entre os computadores era realizada por meio de um aparelho chamado \u2018modem\u2019, que faziam os sinais de internet trafegarem atrav\u00e9s de linha telef\u00f4nica comum. A conex\u00e3o era lenta e inst\u00e1vel, sendo poss\u00edvel jogar somente com um advers\u00e1rio, que deveria ser algu\u00e9m conhecido e de cidades mais pr\u00f3ximas, para n\u00e3o pagar caro pela conta telef\u00f4nica.<\/p>\n\n\n\n<p>As plataformas virtuais surgiram para ajudar novos usu\u00e1rios a conhecerem mais sobre os jogos, por meio do compartilhamento de informa\u00e7\u00f5es. Pilar dessas comunidades, os f\u00f3runs s\u00e3o utilizados para postar artes de f\u00e3s, cr\u00edticas ou sugest\u00f5es, discutir sobre as novidades, tirar d\u00favidas e comentar assuntos relacionados a um jogo espec\u00edfico.O estudante de Engenharia F\u00edsica, Rodrigo Garcia, 18, conta ter participado de alguns f\u00f3runs relacionados ao League of Legends (LoL) quando come\u00e7ou a jogar. E diz que na plataforma todos podem publicar e comentar o que tiverem vontade, seja para ajudar ou at\u00e9 mesmo xingar. Mas, conforme as regras do F\u00f3rum, as mensagens que ultrapassarem os limites do bom senso s\u00e3o apagadas<s>,<\/s> e, caso persista na viola\u00e7\u00e3o, a pessoa ter\u00e1 a conta banida.<\/p>\n\n\n\n<p>Rodrigo deixou de usar o espa\u00e7o por n\u00e3o concordar com a forma atual. Para o estudante, a plataforma vem se tornando, cada vez mais, palco para cenas de \u2018piadas\u2019 dos usu\u00e1rios, quando deveria ser levada mais a s\u00e9rio.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com pesquisa realizada em 2017 pelo Youtube Insights, 56 milh\u00f5es de brasileiros consomem conte\u00fado de games na plataforma de v\u00eddeos do Google, o que o torna outro suporte das comunidades online. Ali os jogadores mais experientes t\u00eam a chance de publicar v\u00eddeos de partidas, explica\u00e7\u00f5es, dicas, coment\u00e1rios e at\u00e9 mesmo par\u00f3dias relacionadas ao assunto.<\/p>\n\n\n\n<p>Pelo fato do Youtube ser um ambiente onde s\u00e3o explorados diversos assuntos e temas, alguns usu\u00e1rios procuram algo mais restrito ao mundo dos jogos. Como o Rodrigo que escolhe participar de outra plataforma, a Twitch. Nela, o estudante n\u00e3o s\u00f3 produz lives, ensinando novos jogadores a se inclu\u00edrem nesse universo, mas tamb\u00e9m \u00e9 espectador do conte\u00fado de outros usu\u00e1rios. Lan\u00e7ado em junho de 2011, a Twitch tem como foco principal a transmiss\u00e3o de partidas digitais e competi\u00e7\u00f5es de \u201ce-sports\u201d \u2013 torneios organizados de jogos eletr\u00f4nicos \u2013 que por vezes s\u00e3o ao vivo e com a intera\u00e7\u00e3o do p\u00fablico por chat.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;A plataforma pro\u00edbe certas condutas como:&nbsp; compartilhar conte\u00fados com nudez, viol\u00eancia, comportamento t\u00f3xico e discursos de \u00f3dio. No Brasil, alguns usu\u00e1rios populares j\u00e1 foram punidos por contrariar esses regulamentos, como Felipe \u2018YoDa\u2019 Noronha e Rafael \u2018Rakin\u2019 Knittel, que em 17 de abril de 2020 foram suspensos por sete dias ap\u00f3s usarem a palavra \u2018mongoloide\u2019 quando jogavam com amigos durante uma transmiss\u00e3o online.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Alguns jogos permitem que sejam criados grupos de comunica\u00e7\u00e3o, conhecidos por \u2018salas\u2019; outros fazem que essa ferramenta seja utilizada por todos os integrantes do time. Existem usu\u00e1rios que preferem formar equipes com amigos e, por vezes, preferem usar um aplicativo \u00e0 parte, chamado Discord. Nele, um grupo espec\u00edfico pode interagir por meio de chat, chamadas de voz e v\u00eddeo, de forma que n\u00e3o atrapalhe a partida e nenhum \u2018estranho\u2019 entre na chamada.<\/p>\n\n\n\n<p>O estudante Jonatan Rodrigues, 27, relata o qu\u00e3o dif\u00edcil \u00e9 a comunica\u00e7\u00e3o dentro das salas com pessoas desconhecidas, e por essa raz\u00e3o prefere jogar com um time formado apenas por amigos, para que obtenham um melhor di\u00e1logo e o sucesso na disputa. \u201cSe voc\u00ea entra aleat\u00f3rio, acaba caindo em um time onde j\u00e1 tem pessoas juntas, ent\u00e3o voc\u00ea n\u00e3o tem a comunica\u00e7\u00e3o que eles t\u00eam, n\u00e3o tem como conversar com eles da mesma forma dentro do jogo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O levantamento realizado pela Revista Aplausos em 2016 aponta que 40% dos jogadores optam pela plataforma online. Em 2019, o aplicativo Overwolf revelou que League of Legends era o jogo online mais popular do mundo para computadores, seguido pelo Counter Strike. Entre os games para celular, o Free Fire conquistou o primeiro lugar.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"481\" height=\"633\" src=\"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2020\/07\/IMG_6146-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-633\" srcset=\"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2020\/07\/IMG_6146-1.jpg 481w, https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2020\/07\/IMG_6146-1-228x300.jpg 228w, https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2020\/07\/IMG_6146-1-400x526.jpg 400w\" sizes=\"auto, (max-width: 481px) 100vw, 481px\" \/><figcaption>Dentre as op\u00e7\u00f5es a jovem opta por jogar no celular<br>Foto: Vinicius dos Reis<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>H\u00e1 cerca de um ano o LoL alcan\u00e7ou a marca de 8 milh\u00f5es de jogadores por dia, segundo a Riot Games, empresa que o produz. A arena de batalha online conta com diversos modos de jogo dispon\u00edveis, cada um com objetivos e mapas diferentes. O principal e mais popular se chama Summoner\u2019 Rift, onde a batalha acontece em um mapa espelhado de forma diagonal, com as bases dos times localizadas em pontas opostas. Cada membro da equipe possui sua fun\u00e7\u00e3o e posicionamento, tendo como objetivo, avan\u00e7ar no mapa, e destruir&nbsp;o ex\u00e9rcito e bases advers\u00e1rias. Por isso a comunica\u00e7\u00e3o durante uma partida \u00e9 fundamental para a vit\u00f3ria do time.Considerado o mais popular entre os games online de tiro em primeira pessoa, o Counter Strike (CS), foi desenvolvido por Minh Lee e Jess Cliffe e lan\u00e7ado em 1999, sendo adquirido depois pela Valve Corporation. O Free Fire pertence \u00e0 mesma modalidade, por\u00e9m, \u00e9 dispon\u00edvel apenas para celulares\/tablets IOS e Android. De acordo com sua publicadora, Garena, em 2019 havia cerca de 450 milh\u00f5es de contas registradas e 50 milh\u00f5es de jogadores ativos por dia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Al\u00e9m das telas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Esses espa\u00e7os tamb\u00e9m possibilitam que os participantes criem la\u00e7os de amizade. Ao longo desses sete anos Rodrigo fez diversos amigos dentro da comunidade de jogos e participa de grupos com eles em v\u00e1rias redes sociais.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Quando eu comecei a faculdade, ano passado, eu tinha um time formado por dois da Bahia, um do Rio de Janeiro, outro de S\u00e3o Paulo, um do Rio Grande do Sul e eu do Mato Grosso do Sul. Essa barreira territorial nunca atrapalhou a gente. N\u00f3s temos o grupo at\u00e9 hoje. N\u00e3o \u00e9 mais t\u00e3o ativo porque o grupo acabou brigando, mas a gente tem grupos no Whatsapp, Facebook, em v\u00e1rias plataformas\u201d, conta.<\/p>\n\n\n\n<p>Diferente de Rodrigo, Jonatan explica que o jogo pode servir tamb\u00e9m para juntar velhos amigos. Ele e os colegas moram em cidades diferentes e acharam no CS<em>, <\/em>al\u00e9m de entretenimento, uma forma de aproxim\u00e1-los apesar da dist\u00e2ncia. O jogo \u00e9 um dos respons\u00e1veis pela populariza\u00e7\u00e3o das Lan Houses em todo o mundo, impulsionando o nascimento dos \u2018e-sports\u2019.<\/p>\n\n\n\n<p>Os irm\u00e3os Samuel, 9, e Nicolas Barbosa, 11, afirmam que apesar de toda competitividade envolvida, jogam apenas por divers\u00e3o e por isso preferem sempre atuar juntos, tanto no CS quanto no Free Fire. Revelam tamb\u00e9m que j\u00e1 participaram de diversas partidas com pessoas desconhecidas do Brasil todo, mas normalmente optam pelos amigos, por estarem na mesma faixa et\u00e1ria que eles.<\/p>\n\n\n\n<p>O Free Fire pode ser jogado \u2018solo\u2019 (sozinho), \u2018duo\u2019 (em dois) e \u2018<em>squad\u2019<\/em> (equipe de quatro). Dentre os diversos modos, no principal 50 jogadores s\u00e3o colocados em uma ilha e a partir disso precisam encontrar armas e equipamentos para conseguir sobreviver e eliminar os inimigos. O vencedor \u00e9 o \u00faltimo jogador ou grupo a ficar vivo.O barbeiro Leandro Gimenez, 18, destaca a import\u00e2ncia que enxerga em participar de grupos ou comunidades de, tendo em vista que a comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 a chave principal para o sucesso da partida. \u201cPosso falar pelo Free Fire. L\u00e1 dentro \u00e9 tudo muito compartilhado, j\u00e1 que o pessoal divide as experi\u00eancias da mesma plataforma, e ajuda a manusear. Fora isso tem as dicas que a galera d\u00e1. Acho que eu n\u00e3o conseguiria ter a mesma experi\u00eancia fora da comunidade e nem saber tanta coisa sobre o jogo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Estudante de engenharia de software, Marcelo Alvarenga, 21, compartilha das ideias de Leandro. Seu interesse na comunidade vai muito al\u00e9m de ser apenas um jogador<em> <\/em>que troca experi\u00eancias e conte\u00fado. O jovem tem como objetivo trabalhar na cria\u00e7\u00e3o de jogos online desde crian\u00e7a e por isso integrar a comunidade \u00e9 uma forma de estudar os avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cPrimeiro que al\u00e9m de participar de comunidades \u2018gamers\u2019, \u00e9 sempre bom ficar de olho no que vai atualizar, no que vai mudar nele na pr\u00f3xima semana. Porque essa \u00e9 a gra\u00e7a de participar dos jogos online: \u00e9 que nunca \u00e9 a mesma coisa. Sempre tem mudan\u00e7as e \u00e9 bom ficar ligado nessas mudan\u00e7as para continuar melhorando, e conseguir acompanhar\u201d, explica Marcelo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Machismo e discrimina\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Uma pesquisa realizada pela Games Brasil em 2019 constatou que cerca de 53% dos 3 mil usu\u00e1rios entrevistados eram do g\u00eanero feminino. Mas apesar de ser maioria, elas sofrem constantemente com abusos e ass\u00e9dios, principalmente nos jogos online.<\/p>\n\n\n\n<p>Este \u00e9 o caso relatado pela estudante de Design, Luiza Vaz, 18, que conta o qu\u00e3o t\u00f3xico e, muitas vezes, machista ele pode ser. Ela n\u00e3o imaginava os obst\u00e1culos que enfrentaria ao praticar um de seus passatempos favoritos, desde de quando era crian\u00e7a, e n\u00e3o esperava que o preconceito surgiria pelo simples fato de ser uma menina. De xingamentos ao ass\u00e9dio, ela diz que chegou ao ponto de parar com os jogos por quase seis meses. Por isso, procura sempre esconder sua identidade com medo da a\u00e7\u00e3o dos jogadores do g\u00eanero masculino, que em muitos casos agregam o fato dela ser mulher com o de jogar \u2018mal\u2019. \u201cNormalmente, \u00e9 assim no LoL e no CS: se voc\u00ea joga mal, voc\u00ea \u00e9 criticada por ser uma menina. E se voc\u00ea joga bem, acaba sendo assediada\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O mesmo acontece com a estudante de Direito, Fernanda Konno, 21, que prefere esconder seu g\u00eanero durante as partidas. Ela reafirma o que Lu\u00edza relata. \u201cOs caras enchem o saco. \u00c9 bem inc\u00f4modo e muito machista. Mas a minha solu\u00e7\u00e3o pra n\u00e3o me estressar com isso \u00e9 que quando vou falar alguma coisa, eu falo no masculino e a\u00ed eu me poupo. Mas \u00e9 errado, entendeu? Por\u00e9m \u00e9 a \u00fanica solu\u00e7\u00e3o, porque \u00e9 muito t\u00f3xico e eu sempre fico estressada por passar por esse tipo de situa\u00e7\u00e3o jogando\u201d.&nbsp; Apesar disso, o amor pelo jogo ainda faz Fernanda continuar no LoL todos os dias.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button\"><a class=\"wp-block-button__link\" href=\"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/ed-94\/\">voltar para edi\u00e7\u00e3o 94<\/a><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resultado das tecnologias digitais, as comunidades de jogos online aumentaram as possibilidades de intera\u00e7\u00e3o entre usu\u00e1rios. Texto: Alicia Miyashiro, Maria Luiza Barbosa e Nat\u00e1lia Pereira F\u00e3s de jogos eletr\u00f4nicos de todas as idades passam horas em frente aos computadores, consoles e celulares. 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