{"id":5247,"date":"2025-07-10T16:22:04","date_gmt":"2025-07-10T20:22:04","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/?p=5247"},"modified":"2025-07-10T16:22:05","modified_gmt":"2025-07-10T20:22:05","slug":"historia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/historia\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria?"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center has-accent-color has-text-color has-link-color wp-elements-2e7a1e403426db9d13728fe2a4b1d542\"><strong>Texto: <a href=\"mailto:dayranny.amorim@ufms.br\" data-type=\"mailto\" data-id=\"mailto:dayranny.amorim@ufms.br\">Dayranny Amorim<\/a> | <a href=\"mailto:gabriel_b@ufms.br\" data-type=\"mailto\" data-id=\"mailto:gabriel_b@ufms.br\">Gabriel Barbosa<\/a> | <a href=\"mailto:grazielly.marangon@ufms.br\" data-type=\"mailto\" data-id=\"mailto:grazielly.marangon@ufms.br\">Grazielly Marangon<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-default\" \/>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Para iniciarmos a discuss\u00e3o, o mais \u00f3bvio seria fazermos uma introdu\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, certo? Falarmos da cria\u00e7\u00e3o desse pa\u00eds e expormos <\/span><span style=\"font-weight: 400\">a vers\u00e3o registrada, pelos colonizadores, das nossas ra\u00edzes. Poder\u00edamos considerar 1500 como o in\u00edcio de tudo, ou talvez 1822 com a independ\u00eancia, ou at\u00e9 mesmo 1889 com a institui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica. Mas o Brasil, ou melhor, Pindorama <\/span><span style=\"font-weight: 400\">(veja no <a href=\"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/glossario\/\">gloss\u00e1rio<\/a>)<\/span><span style=\"font-weight: 400\">, j\u00e1 estava aqui antes de qualquer invas\u00e3o, chegada ou l\u00f3gica europeia. Os povos origin\u00e1rios j\u00e1 existiam, resistiam e povoavam as terras brasileiras.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p>Pensar no in\u00edcio do pa\u00eds como um grande territ\u00f3rio subdesenvolvido, com grandes capacidades e poucos conhecimentos, \u00e9 o que pregam os conquistadores \u2013 at\u00e9 porque ignorar os processos violentos atrelados ao nosso passado \u00e9 um dos caminhos menos dolorosos \u2013 e menos responsabilizadores \u2013 quando se pensa em nossa hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<h5 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #ff0000\"><strong>Pensar no in\u00edcio do pa\u00eds como um grande territ\u00f3rio subdesenvolvido, com grandes capacidades e poucos conhecimentos, \u00e9 o que pregam os conquistadores \u2013 at\u00e9 porque ignorar os processos violentos atrelados ao nosso passado \u00e9 um dos caminhos menos dolorosos \u2013 e menos responsabilizadores \u2013 quando se pensa em nossa hist\u00f3ria.<\/strong><\/span><\/h5>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A hist\u00f3ria linear apresentada pelos portugueses todos conhecemos bem, a maioria de n\u00f3s aprendeu na escola. Aquela vers\u00e3o dos que foram violentados n\u00e3o est\u00e1 nos livros, e n\u00e3o costuma ser difundida, fazendo com que grande parte da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o saiba, de fato, tudo o que aconteceu para chegarmos at\u00e9 aqui \u2013 nesse Brasil que conhecemos hoje. Um pa\u00eds plural e fruto de um longo processo de reivindica\u00e7\u00f5es das classes mais vulner\u00e1veis social e historicamente.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Esta reportagem especial que voc\u00ea est\u00e1 lendo n\u00e3o \u00e9, de maneira alguma, uma tentativa de contar, cronologicamente, a hist\u00f3ria do Brasil ou de nosso povo. Muito menos, de ficar batendo o martelo sobre o tema. Nos aprofundamos em pesquisas e entrevistas, e percebemos que precisamos de mais reflex\u00e3o. Queremos fazer mais perguntas, do que apresentar respostas. Utilizaremos, ent\u00e3o, a t\u00e9cnica da provoca\u00e7\u00e3o, do questionamento, da abertura de portas e janelas para um Brasil que ainda n\u00e3o foi acessado com a aten\u00e7\u00e3o que, achamos, que merece. Convidamos voc\u00eas para pensarem com a gente.<\/span><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-16018d1d wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button\"><a class=\"wp-block-button__link has-background-color has-text-color has-link-color wp-element-button\" href=\"https:\/\/jornalismo-faalc.ufms.br\/projetil\/projetil-104\">VOLTAR PARA EDI\u00c7\u00c3O 104<\/a><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Texto: Dayranny Amorim | Gabriel Barbosa | Grazielly Marangon Para iniciarmos a discuss\u00e3o, o mais \u00f3bvio seria fazermos uma introdu\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, certo? 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